sexta-feira, 3 de junho de 2016

A AUDIÇÃO NOS TRÊS PRIMEIROS MESES

A audição no recém-nascido é muito mais desenvolvida do que a visão. 
Minutos após o seu nascimento ele já é capaz de reconhecer a voz materna com perfeição.
 A audição do bebê é testada ainda na maternidade, ou logo após a alte,  por meio do teste de emissões otoacústicas, ou teste da orelhinha. 
O teste da orelhinha é realizado por um equipamento que emite ondas sonoras no ouvido do recém-nascido e analisa a resposta do ouvido ao estímulo. Se a resposta for adequada, considera-se que a criança tem audição normal. Se não houver resposta ao estímulo, o exame deve ser repetido em um mês. 
A falha no primeiro teste pode ocorrer por líquido presente no conduto auditivo da criança. 
Se a perda auditiva for confirmada no segundo exame, a investigação deve prosseguir com mais testes para identificar a causa da perda auditiva.
Esse exame é realizado na Clínica Socorrito, pela fonoaudióloga, dra. Andressa Mayara Foletto.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

POR QUE O LEITE DE VACA NÃO É ADEQUADO PARA CRIANÇAS MENORES DE 1 ANO?

O leite de vaca (caixinha UHT, leite tipo A, 
tipo B ou tipo C, o leite em pó não
modificado) não deve ser dado para bebês menores de um ano.
Seu consumo associa-se com maior chance de doenças em curto prazo (ex: anemia) e longo prazo (ex:obesidade, pressão alta).
Mesmo para crianças maiores de um ano seu consumo não deve ser exagerado também, no máximo 700 mL por dia. Nessa fase a criança tem que comer bem outros a limentos e o leite complementa a alimentação. 

Quais os problemas em se consumir leite de vaca em bebês pequenos?
 A sua composição de nutrientes é inadequada, tem coisas a mais e coisas a menos que sobrecarregam ou fazem falta para o organismo do bebê que está em franco crescimento e desenvolvimento.

O leite de vaca tem: 
 ·- Menor conteúdo de vitaminas: importantes para o crescimento da criança 
· - Menor quantidade de ferro e zinco: importantes para se evitar anemia 
· - Quantidade grande de proteína: que pode exigir mais trabalho dos rins 

· - Maior quantidade de sódio: que aumenta o risco de pressão alta na vida adulta 

INCLUSÃO SOCIAL PARA AS CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

A inclusão social é muito importante para o desenvolvimento sadio e para as aquisições cognitivas da criança com Síndrome de Down. O relacionamento com a família, como tias e primos, além das brincadeiras com outras crianças e a integração escolar são essenciais. Todas as fases da vida são importantes para o nosso desenvolvimento pessoal e não é diferente com a criança com Síndrome de Down. 
A família tem um papel muito importante nesse processo de inclusão social porque será a responsável por estabelecer essa rede de relacionamentos para a cria
Pela nossa legislação toda criança com deficiência deve estudar em escola regular da rede pública. Embora essa inclusão seja um pouco mais complexa, ela é importante para a criança com Síndrome de Down. Já temos escolas que têm por princípio a inclusão de alunos com deficiências físicas e intelectuais na educação infantil, o que favorece uma cultura de convívio desde cedo. Isso é possível, as escolas só precisam adotar um projeto pedagógico que facilite a interação desses alunos em sala de aula. Hoje em dia temos muitos jovens terminando o ensino médio e até chegando aos cursos superiores.

Os pais enfrentam muitas dificuldades nesse processo de inclusão escolar?

A principal dificuldade é a falta de informação. Muitas escolas públicas desconhecem o potencial dessas crianças por não terem alunos com Síndrome de Down e criam dificuldades para que os pais realizem a matrícula. Na maioria das vezes é por não terem conhecimento sobre a deficiência e até mesmo por desconhecerem a legislação. Todo esse processo de acessibilidade é obrigação social da escola com os pais.

 Quais são as principais orientações que devem ser conduzidas pelos pediatras que favorecem a inclusão social da criança com Síndrome de Down?

Peça aos pais que pesquisem escolas que tenham projetos pedagógicos com os quais eles se identifiquem. Geralmente, escolas menores são mais acolhedoras, têm um número mais reduzido de crianças por sala, com auxiliares de professores em sala de aula. Algumas escolas públicas têm cuidadores para acompanharem crianças com deficiência intelectual e física.
Tanto na escola privada como na pública, o importante é que os professores acreditem que estas crianças aprendem , desenvolvendo estratégias para que isto aconteça, além de garantir o convívio social da criança com Síndrome de Down com os colegas de mesma faixa etária.
 Como é o processo de inclusão do jovem com Síndrome de Down no mercado de trabalho?
Existem algumas instituições que fazem essa mediação entre jovens com Síndrome de Down e empresas. Algumas empresas que ainda não têm essa cultura de contratação de pessoas com deficiências oferecem treinamentos para seus funcionários a fim de estimular e facilitar o convívio no ambiente corporativo.

Empresas mais estruturada como, por exemplo, a rede de farmácias Droga Raia, já possuem um programa de contratação direcionado para pessoas com deficiência intelectual, até mesmo antes de existir a cota de obrigatoriedade. Porém, infelizmente algumas empresas preferem contratar pessoas com deficiência física ou sensorial e não intelectual. As barreiras físicas são mais fáceis de serem derrubadas que as barreiras atitudinais.

Sabemos que atualmente o jovem com Síndrome de Down já vem se destacando no mercado de trabalho porque é inteligente e sabe se adaptar bem ao ambiente corporativo.




A IMPORTÂNCIA DA ROTINA NA VIDA DO BEBÊ!

Com certeza é o ambiente em que a criança vive, o que a torna mais desenvolvida e feliz. Particularmente um ambiente onde exista a aceitação, a compreensão e a rotina.

E o amor?

O amor em si não é suficiente, principalmente se for superprotetor. O bebê precisa se desenvolver em um ambiente que tenha uma rotina em que sejam incluídas a firmeza, a delicadeza e a satisfação das suas necessidades.

A rotina é um fator organizador do psiquismo infantil. Manter uma rotina saudável, com horários estabelecidos para os cuidados com o seu bebê, fará com ele internalize um clima afetivo de ternura, paz, segurança satisfação e alegria. Embora nem sempre seja possível manter uma rotina e embora ter flexibilidade também seja importante, é necessário que um mínimo de esforço seja feito para que se cumprir uma rotina saudável para você e o seu bebê. Portanto, não se comprometa com horários ou atividades que você sabe que não poderá cumprir.
Em um primeiro momento, você tem de se adaptar aos horários e necessidades do bebê (livre demanda), mas depois que a sua criança estiver adaptada ao ambiente, você vai estabelecendo os horários, até mesmo para que possa organizar a sua própria vida. 
O mal de muitos pais é preocupar-se mais em educar, estabelecer horários e regras, do que em compreender o que o seu bebê possa estar sentindo. Cuidado!...

A hora da mamada é sagrada e deve ter um ritual. Fique sozinha com o bebê e procure se acalmar antes de amamentá-lo. Crie uma rotina para que você esteja calma: Pare com as suas preocupações, tome um copo d água, relaxe um pouco. Tire o seu bebê do berço e converse com ele: “Mamãe chegou! Você deve estar com fominha! Vamos mamar o leitinho gostoso da mamãe! Assim você o estará acalmando e lhe dará um “seio bom”.

 A hora do banho costuma assustar o bebê. Experimente enrolá-lo em uma fralda ou toalha antes de colocá-lo na água. Assim que ele estiver molhado e calmo retire a coberta. Isso o fará sentir-se mais seguro. A hora de dormir também deve ter os seus rituais rotineiros. Ex: Saber que no fim do banho ele brincará livremente antes de ser retirado da água, saber que você conversará com ele ao vesti-lo, que depois disso irá mamar e que depois de uma cantiga irá dormir.

Nada de deixá-lo chorar para que se acalme sozinho. Ele terá uma forte sensação de abandono.
Esses rituais e a rotina acalmam a ansiedade da criança e ela vai adquirindo a noção do tempo, a noção do depois e da antecipação dos fatos.  Isso gera segurança e confiança.
Conforme o seu filho vai crescendo, você terá de ir modificando a rotina dele. Deixando de fazer alguns rituais, alterando alguns horários, para que ele possa se desenvolver de acordo com as necessidades da nova etapa de desenvolvimento em que ele se encontra. 
Já me disseram que filho é igual videogame: Cada etapa que você vence, vem uma mais difícil. Rsrsrs...
Ajuda muito criar rotinas combinadas com a criança. A hora do banho, da TV, da lição de casa, de dormir, de comer, pois para tudo a criança cria uma briga. Tendo os horários discutidos com ela, você poderá dizer-lhe que “Combinados devem ser cumpridos”. Mães falam muito! Fale menos e movimente-se mais. O movimento é sempre a expressão de uma existência. E rotina deve ter movimento.



ALIMENTOS INTEGRAIS NA GESTAÇÃO - BEM VINDOS!

Durante a gestação ocorre uma série de alterações metabólicas no organismo materno que pode gerar desconforto e preocupação para a mulher que passa por esse lindo e delicado momento de sua vida. 
A alimentação balanceada, rica em nutrientes e fibras, exerce importante papel na saúde da mulher e do bebê em formação.

O que são alimentos integrais?

Alimentos integrais são cereais (trigo, arroz, aveia, centeio, cevada, quinua, amaranto, painço e milho) ou alimentos feitos a partir desses grãos utilizados em sua forma íntegra, ou seja, com preservação da casca, também conhecida como farelo, do endosperma, a parte central e mais abundante do grão, além do gérmen.
Os cereais integrais são ricos em vitamina E, vitaminas do complexo B e minerais como o selênio, zinco, cobre, ferro, magnésio e fósforo. Também são ricos em carboidratos complexos e fibras. No farelo há grande concentração de fibras, enquanto no endosperma estão concentrados os carboidratos, importantes para o fornecimento de energia para o organismo. O gérmen possui alta quantidade de minerais, vitaminas e fitoquímicos.

O que diferencia os alimentos refinados dos integrais é que, durante o processo de moagem e refinamento, há perda do farelo e do gérmen, permanecendo apenas o endosperma. Como consequência há grande perda de nutrientes e fibras.
Quais os benefícios dos alimentos integrais para as gestantes?
Uma das grandes queixas da maioria das grávidas é a constipação intestinal. Tem intestino preso quem apresenta dois ou mais dos seguintes sintomas: ritmo intestinal com menos de três evacuações por semana, sensação de dificuldade para evacuar, fezes pequenas e endurecidas e sensação de evacuação incompleta.
Uma das explicações para esses sintomas é que durante a gravidez a progesterona reduz a produção de motilina, uma substância produzida pelas células do intestino que atua na motilidade intestinal. Como consequência, o tempo que o bolo alimentar fica no intestino é aumentado, as fezes perdem água e reduzem de volume, contribuindo para a constipação.
O consumo de alimentos integrais contribui para a redução dos sintomas da constipação devido ao seu alto teor de fibras, que aumenta a quantidade de água do bolo alimentar fazendo com que haja aumento de volume e melhoria da passagem pelo intestino.
Outro grande benefício dos alimentos integrais diz respeito à absorção mais lenta de carboidratos. A gestação é um estado em que a quantidade de insulina, hormônio que atua na entrada da glicose do sangue para a célula, está naturalmente mais alta, caracterizado por uma diminuição da sensibilidade deste hormônio, parcialmente explicada pela presença de hormônios diabetogênicos, tais como a progesterona, o cortisol, a prolactina e o hormônio lactogênico placentário. As taxas de açúcar do sangue, quando em jejum, tendem a ser mais baixas na gestante, contudo, os valores após as refeições são mais altos.

Evidências experimentais têm demonstrado que a ingestão de fibras, presentes nos alimentos integrais, diminui a absorção de glicose, beneficiando diretamente a glicemia após as refeições. Com uma absorção de glicose mais lenta, o organismo dá conta de produzir quantidade necessária de insulina para que o açúcar seja absorvido corretamente.
O controle do ganho de peso também pode sofrer influência positiva dos alimentos integrais. As refeições ricas em fibras estão ligadas ao esvaziamento do estômago mais lento, o que promove saciedade mais prolongada. Além disso, alimentos integrais são mais volumosos e contém menor teor de calorias por grama, quando comparado ao alimento refinado, o que limita a ingestão energética.

O bebê também ganha com consumo de alimentos integrais.
Quando falamos de alimentos integrais, as fibras ganham destaque devido as suas inúmeras funções benéficas para o organismo, mas não podemos nos esquecer que grãos integrais são muito mais do que fibras.
A grande variedade de vitaminas e minerais presentes nos alimentos integrais garante maior aporte de nutrientes para o bebê, permitindo que a gravidez flua na sua integralidade e que o bebê em formação se desenvolva plenamente.



ENTENDA UM POUCO SOBRE ANEMIA!

    A anemia é caracterizada pela queda dos níveis de hemoglobina no sangue da criança. A hemoglobina (substância que dá a cor vermelha ao sangue) é uma molécula que carrega o oxigênio para os tecidos.    Para se detectar a anemia é necessário fazer um exame de sangue (hemograma) e ela é confirmada quando os valores de hemoglobina são menores do que 11 g/dL (< 5 anos).    

São vários os tipos e causas de anemia:

 Anemia fisiológica

Acontece por volta dos 3 meses de idade quando a criança está substituindo a hemoglobina fetal (aquela que ela possui intra-útero) pela hemoglobina normal. Não é necessário tratamento e o bebê recupera sozinho os níveis normais

Anemias hereditárias

São anemias que tem causa genética, passam de pai ou mãe para filho. Podem ser mais ou menos intensas. O teste do pezinho identifica esse tipo de anemia. Neste caso o pediatra avalia se há necessidade de tratamento específico

Anemia ferropriva

É o tipo mais comum de anemia e as crianças menores de 2 anos são as mais atingidas. Este tipo de anemia ocorre por deficiência da ingestão de ferro na alimentação ou perda constante de sangue em pequenas quantidades. O ferro é parte fundamental da estrutura da hemoglobina, sem ele a hemoglobina não consegue carregar o oxigênio com eficiência

 ** Por que existe o risco de anemia ferropriva no bebê?    Nessa idade, a criança tem um acelerado crescimento e desenvolvimento cerebral e a necessidade de se obter ferro da dieta é, proporcionalmente, muito mais alta do que a de um adulto. O ferro, além de participar da formação da hemoglobina, também é importante para o funcionamento e formação das estruturas cerebrais.    Apesar da necessidade aumentada, por vezes, a criança não consegue ingerir toda a quantidade de ferro que precisaria ou podem existir fatores na dieta que atrapalham a sua absorção.    Alguns fatores alimentares, no entanto, podem contribuir para reduzir o risco de anemia nos bebês:

 A dieta materna

A alimentação durante a gravidez já é importante. A ingestão adequada de alimentos fontes de ferro, o acompanhamento pré-natal adequado e a utilização das vitaminas/ferro conforme a recomendação do obstetra ajudam a formar os depósitos de ferro do bebê, o que o ajudará a não desenvolver anemia durante os primeiros meses

O aleitamento materno

O bebê deve mamar exclusivamente no peito até os 6 meses, sem nenhum outro alimento. O leite materno tem a quantidade adequada de ferro que é muito facilmente absorvida. A mãe também deve se alimentar bem nessa fase

Usar um substituto adequado do leite materno

 Na impossibilidade do aleitamento materno o adequado é o uso de fórmulas infantis e não de leite de vaca. O leite de vaca tem pouco ferro e não é bem absorvido, além disso, pode levar a pequenos sangramentos intestinais que aumentam as perdas de hemoglobina e com ela o ferro. As fórmulas infantis fornecem quantidades adequadas de ferro para o bebê

Alimentação complementar adequada

A partir do sexto mês de vida deve-se introduzir a alimentação complementar. Ela deve ser rica em alimentos como a carne bovina que possui grandes quantidades de ferro de boa absorção (chamado ferro heme)

**Não oferecer para os bebês:

café, grandes quantidades de chá e refrigerantes. Eles atrapalham a absorção do ferro proveniente da alimentação

 **  Se a criança já está com anemia, além de ajustes na alimentação, pode ser necessária a suplementação de ferro na forma de medicamento.


QUANDO TROCAR O BERÇO PELA CAMA?


  Assim que um bebê nasce a mamãe não quer mais se separar dele, nem mesmo para colocá-lo em um quarto diferente do dela para dormir, mas, isso não é de se espantar, afinal de contas foram 9 meses de gestação, andando pra cima e pra baixo juntinho com ele, criando um vínculo imenso.
Mais tarde o inevitável acontece, a saída da criança do berço para sua própria cama. Essa transição é um momento importante na vida dos pais e da própria criança, pois, marca o início de uma nova fase do crescimento. Por isso, é importante que a transição seja feita cuidadosamente, evitando frustrações e stress para todos.
Mas quando saber qual o momento certo? Não existem regras para a essa mudança, mas, a maioria acontece entre 1 ano e meio a 3 anos. Quando a criança fica em pé no berço e tenta escalar a grade para sair esta é a hora de preparar a transição para a cama, até mesmo por questão de segurança, mesmo que ela ainda não consiga pular do berço.
Próximo aos dois anos de idade é comum que os bebês já mostrem interesse em ficar deitados na sua cama, brincando ou até mesmo para assistir televisão, o que pode ser uma boa oportunidade para conversar sobre o assunto com ele. Assim como outras mudanças na vida da criança, essa deve ser conversada e explicada e não simplesmente mudar sem falar nada. A criança deve ser ouvida, mas, a decisão final, como sempre, deve ser dos pais.
É muito importante não começar a fazer essa transição por causa de um novo irmãozinho. Para a criança, o berço não é apenas mais um móvel da casa e sim seu “ninho” que representa conforto e segurança, então, sua nova cama deverá ser vista da mesma forma. Se possível, coloque uma almofada, travesseiro ou manta que veio do berço, para ela ficar mais familiar e a criança não estranhar tanto. Quanto mais a criança participar da organização do novo cantinho, mais feliz e segura ela vai se sentir com a mudança.
Faça desta transição uma grande festa para ser comemorada. Você pode levar o pequeno para escolher lençóis novos, ou incentivá-lo a contar para todo mundo que tem uma cama nova, de "menino ou menina grande!". Uma ótima idéia é planejar um dia especial, com um passeio ou até mesmo uma festinha junto com os primos e avós. Se o berço tiver que sair do quarto, planeje um passeio diferente enquanto outra pessoa faz a mudança.Caso você já tenha uma cama de solteiro em casa que queira aproveitá-la e for muito alta, você pode colocar grades (existem grades facilmente acopláveis, presas sob o colchão) e deixar almofadas ou um edredom no chão, ou então colocar o colchão no chão mesmo, por algum tempo. Talvez os pais fiquem muito nervosos e ansiosos com essa mudança, porém, pode ser mais fácil do que pareça. Algumas vezes a adaptação é tão tranquila  que se a mamãe não avisar a criança que ela pode sair da cama sozinha é provável que ela ainda chame você quando acordar, em vez de simplesmente levantar. A cama representa liberdade e só com o passar do tempo que a criança começa perceber isso.
Como ainda a criança não se acostumou com o novo espaço ela pode cair da cama algumas vezes e até mesmo fugir e quando isso acontecer, os pais terá que ter bastante paciência para levá-la de volta várias e várias vezes, até seu filho perceber que não adianta se levantar na hora de dormir, porque hora de dormir é hora de dormir e neste momento não há negociação.
É importante lembrar que cada criança tem seu tempo, cada família tem seu ritmo, então, o que acontece em uma família não é regra para todos, mas, no final os objetivos são alcançados.