segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

MUSICALIZAÇÃO PARA BEBÊS


 
                Muitas mães, interessadas em aprender e estimular seus filhos com brincadeiras musicais procuram aulas de musicalização infantil.
                Estudos mostram o quanto os bebês demonstram uma aptidão musical muito grande e o quanto eles se envolvem com as atividades propostas nas aulas.

             Nos primeiros 3 anos de vida, a criança aprende com muita facilidade e velocidade, pois nesta fase, as conexões cerebrais se desenvolvem de maneira intensa. A música atrai a criança e faz com que ela desenvolva a fala, a parte motora, a socialização, a escuta ativa, o fortalecimento do vínculo afetivo com o adulto que a acompanha nas aulas, etc.
 Mas para que o bebê possa usufruir de tantos benefícios, é importante que o professor ofereça um repertório de canções e brincadeiras específicas à faixa etária, além de um espaço seguro e arejado, material sonoro rico e ao mesmo tempo, próprio para ser manipulado sem oferecer perigo ao bebê.
                Mas como saber a melhor fase do bebê para frequentar as aulas e o que geralmente acontece nestas aulas? Escolhemos as dúvidas mais frequentes pelos pais sobre este assunto.
                 
                A partir de qual idade posso levar meu bebê para as aulas de música?

- Quanto antes à criança iniciar a musicalização, melhor. É aconselhável principalmente a partir dos 8 meses, quando a criança já senta sem apoio e deve ser acompanhada pelo pai ou pela mãe.
                 

                Quais as atividades geralmente são desenvolvidas em uma aula de música?

- As aulas de música com os bebês geralmente são em grupo, pois um dos objetivos é o desenvolvimento da socialização. Para começar, são utilizadas canções que falam o nome de cada criança e cada um tem sua vez. Assim a criança aprende a perceber o outro e ao mesmo tempo demonstram muita alegria quando todos cantam o seu nome na roda. 
                 
 - Ao começar a primeira música da aula, geralmente os bebês já ficam mais calmos e receptivos as atividades. Logo em seguida, são trabalhadas algumas canções que exploram diferentes estímulos, como por exemplo, as canções gestuais. Desta forma, o bebê vai aprendendo a relação do gesto e da fala e vai ampliando seu vocabulário e expressividade. Nestas canções, o professor geralmente utiliza brinquedos com efeito visual que atraem ainda mais a atenção dos pequeninos.
                 
 - Pequenas histórias cantadas ou histórias sonorizadas explorando uma temática (explorando sons do corpo, da casa, dos animais e da rua), também podem ser utilizadas, pois estimulam a atenção, a concentração e a percepção auditiva, o chamado “ouvido musical”, que é desenvolvido principalmente até aos 6 anos.
                 
 - Atividades explorando movimentos locomotores (andar, pular, galopar, saltitar) acompanhando diversos andamentos da música, brincadeiras de roda, também fazem parte das aulas, pois com o movimento, através de um repertório rico e diversificado, a criança brinca com seu corpo e interioriza os ritmos de forma natural, desenvolvendo não só a musicalidade e o vínculo afetivo com quem está dançando com ela, mas também seu raciocínio espacial-temporal.
                 
 - Brincadeiras de colo, jogos musicais com parlendas (brincadeiras com as palavras), atividades em duplas são sempre um momento de diversão, onde a criança recebe o carinho e afeto no colo do adulto e ao mesmo tempo, vivencia a pulsação e o ritmo da música. 

                Nas aulas, o professor de musica oferece diversos objetos sonoros e materiais com texturas diferentes para que os bebês explorem e percebam através dos sentidos, manipulando de forma lúdica e prazerosa.  Além de explorarem, as crianças têm a oportunidade de acompanharem as canções com instrumentos musicais (chocalhos, tambores, clavas, sinos, etc.), vivenciando a pulsação e o senso rítmico, intensidade (tocar forte ou fraco), percepção ao estimulo sonoro e o silêncio, lateralidade (lado esquerdo, direito, para cima e para baixo), estimulando também o desenvolvimento psicomotor da criança.
                 
                 O canto (linguagem musical) sempre é a viga-mestra de todo o processo, contribuindo para melhorar a articulação de diversos sons da fala.
                 
                 Depois de tanto estímulo e tantas atividades divertidas, as crianças necessitam de um momento de relaxamento, onde acompanhados por uma música apropriada, recebem carinho do adulto, com instrumentos de massagem.

                As aulas de musicalização para bebês são sem dúvida, um momento de grande prazer para os bebês e adultos que acompanham as aulas. Depois de cada aula, é comum os pais relatarem que seus filhos reproduzem as atividades em casa em alguns momentos. O familiar que vivenciou a aula poderá praticar as brincadeiras e repertórios de canções aprendidas, motivando seus filhos com a música desde cedo, de forma prazerosa e lúdica.
                 
                 Quem vivencia música desde pequeno, se torna mais sensível, com uma concentração mais focada, com um ouvido mais apurado para aprender em qualquer área, além do aprimoramento do senso estético para escolher músicas de qualidade. 
                 
A música faz bem para qualquer idade, então é bom que comecemos desde cedo, brincando e aprendendo, contribuindo assim para que a criança, além de desenvolver-se globalmente, tenha uma vida mais plena e feliz.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

FEBRE É DOENÇA??

 
Febre não é uma doença e sim um sinal de que algum agravo está ocorrendo no organismo da criança.
O controle da temperatura corporal ocorre no cérebro, por neurônios sensíveis ao frio e ao calor, localizados no hipotálamo. Durante a febre haverá a perda temporária desta capacidade de regulação.

A temperatura normal do nosso corpo oscila entre 35,5 a 37 ºC, com média de 36 a 36,5 ºC.
É considerado febre quando a temperatura estiver acima de 37,5 ºC. O local certo para medir a temperatura é na axila deixando o termômetro por 3 minutos, com a criança com pouca roupa. O termômetro de mercúrio é o mais fidedigno, mas há risco de quebrar e vazar o metal tóxico. 
Os termômetros digitais são mais práticos e seguros, porém menos precisos.

A febre tem efeitos benéficos ajudando a combater infecções por aumentar a produção de anticorpos protetores e inibe a multiplicação de diversos de micro-organismos (vírus e bactérias) invasores. Por isso não há necessidade dos pais terem medo da febre.
O antitérmico deverá ser administrado quando a temperatura atingir 37,8ºC e tem a capacidade de reduzir a temperatura em 1- 1,5ºC. Se a temperatura estiver acima de 39 ºC, um banho morno pode ajudar a diminuir a temperatura enquanto o medicamento esta sendo absorvido, o que demorará de 30 a 40 minutos.

Após a medicação ser dada, demora em média 20 minutos para iniciar a sua ação, portanto neste tempo você deve manter a calma, desagasalhar a criança, podendo dar um banho morno, ou fazer compressas com água na temperatura da torneira na testa, axilas e virilhas.
O Paracetamol, a dipirona ou o Ibuprofeno gotas devem ser dados diluídos em um pouquinho de líquido (água ou suco), dependendo da idade da criança, pois o seu gosto pode, as vezes, causar vômitos.

Ofereça bastante água, pois o líquido auxiliará na regulação térmica do organismo e diminuirá o risco de desidratação.

Mais importante do que o grau em que a temperatura está, é observar o estado geral do seu filho, no momento da febre ele ficará prostrado, quieto e molinho, após abaixar à temperatura a criança deverá ficar esperta e reativa.

O risco de convulsão em decorrência da febre surge quando a temperatura sobe rapidamente, naquelas crianças de 6 meses a 5 anos e com histórico familiar de convulsão febril. Este costuma ser um quadro benigno, com duração de 1 a 2 minutos e de boa evolução.


As crianças que deverão ser avaliadas pelo médico são: os recém-nascidos e lactentes com até três meses de vida, por terem um sistema imunológico mais susceptível a infecções graves. A criança molinha, pálida e gemente, independente do grau da temperatura; e os quadros de febre que tiverem uma duração maior que três dias.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

INFECÇÃO URINÁRIA - O QUE OS PAIS DEVEM SABER!


Trata-se de um quadro infeccioso, causado por bactérias, comum entre crianças e adolescentes. Quanto mais jovem a criança, maior o risco de evoluir para uma infecção mais séria. O que se deve considerar, além da idade, é se a infecção urinária aconteceu uma única vez (sem outras causas) ou se acontece várias vezes. Isso porque infecções de urina repetidas podem estar associadas a outras doenças e levar a prejuízo do funcionamento do rim em longo prazo.

Em relação aos sintomas, eles variam conforme a idade.

               Em recém-nascidos: quadro mais sério que vai desde ganho de peso inadequado, vômitos, falta de apetite, irritabilidade, até uma infecção generalizada
               
               Em lactentes: a febre é a principal manifestação. Não se espera observar nessa idade mudança do aspecto da urina e nem dor para urinar.
               
                Em pré-escolares e escolares: comumente há febre associada à dor ao urinar, mudança da cor e odor da urina. Se houver febre e dor abdominal ou nas costas, pode-se pensar em um quadro infeccioso mais sérico, com comprometimento do rim.
               
                 Em adolescentes: febre é pouco freqüente, só aparece nos quadros mais avançados e o mais comum é se observar dor ao urinar, mudança do aspecto da urina, urgência para urinar e sangramento na urina.


** Frente a suspeita de uma infecção urinária deve-se proceder a coleta de exames para análise da urina e cultura da mesma para se observar se cresce alguma bactéria. Dependendo dos resultados das características da urina e da presença de colônias de bactérias, pode-se confirmar o diagnóstico.

* O exame de cultura da urina não apenas identifica se há, mas também consegue dizer qual o nome e sobrenome da bactéria que está causando o quadro, o que ajuda muito a escolher qual o antibiótico adequado para cada situação.

** Se for confirmado o diagnóstico de infecção de urina, alguns exames podem ser feitos, dependendo da idade da criança podem ser mais simples ou mais complexos, para se procurar a causa da infecção urinária. É comum haver alterações da formação da bexiga, dos ureteres, do próprio rim como causa de infecção urinária.


* O importante é evitar que ela aconteça outras vezes, para preservar o adequado funcionamento do sistema de produção, armazenamento e liberação da urina.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

DICAS IMPORTANTES NA ALIMENTAÇÃO DO PRÉ - ESCOLAR

            A não aceitação de novos alimentos nessa fase é esperada. Não é por isso que novos alimentos não devem ser oferecidos, em média de 8 a 10 vezes, mesmo se houver recusa inicial. É um momento de formação de hábitos.
- O apetite, nesse momento, é extremamente variável e depende de diversos fatores (atividade, humor, temperatura, ambiente), variando de refeição para refeição e dia após dia.
- Os alimentos mais doces e calóricos podem ser mais facilmente aceitos, entretanto, seu consumo não deve ser estimulado.
 - Comportamentos como recompensas, chantagem, suborno ou castigos não devem ser utilizados, podendo, em curto prazo, reforçar comportamentos de recusa alimentar
- Horários: as refeições e os lanches devem seguir uma rotina de horários, com intervalo suficiente para que a criança sinta fome.
- Número de refeições: pode ser de cinco a seis refeições diárias, com horários regulares e intervalo de cerca de três horas entre uma e outra. Café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.
- A refeição, mesmo a principal, deve ter um tempo máximo de duração. Não adianta prolongar demais o tempo para ver se a criança aceita mais e, muito menos, oferecer alimentos preferidos se ela comeu pouco.
- O tamanho das porções oferecidas deve estar de acordo com a idade e apetite da criança. Não forçar a criança a comer se ela não está com fome.
- Não utilizar a sobremesa como recompensa.
- Controlar a quantidade de líquidos ingerida durante a refeição. Se possível não oferecer líquidos durante as refeições principais.
- Não há alimentos proibidos, mesmo guloseimas podem ser consumidas desde que com moderação em relação a freqüência e quantidade
- A criança deve ser estimulada a fazer as refeições na mesa com a família, sem televisão ligada.
- Oferecer alimentos e preparações variadas para estimular hábitos alimentares saudáveis e evitar a monotonia.
- A ingestão de leite é importante (cerca de 500 ml/dia no máximo), mas não deve substituir refeições principais.
- Limitar a ingestão de alimentos ricos em sal, açúcar e gordura. O consumo destes alimentos predispõe ao desenvolvimento de obesidade e doenças no futuro (pressão alta, diabetes, aumento de colesterol).
- Oferecer alimentos saudáveis, mesmo que haja recusa inicial, para estimular hábitos alimentares saudáveis em curto e longo prazo: frutas, hortaliças, carnes magras.


domingo, 30 de outubro de 2016

IMPORTÂNCIA DA ROTINA NA VIDA DO BEBÊ

 
Com certeza é o ambiente em que a criança vive, o que a torna mais desenvolvida e feliz.
Particularmente um ambiente onde exista a aceitação, a compreensão e a rotina.

E o amor?

O amor em si não é suficiente, principalmente se for superprotetor.

 O bebê precisa se desenvolver em um ambiente que tenha uma rotina em que sejam incluídas a firmeza, a delicadeza e a satisfação das suas necessidades.
A rotina é um fator organizador do psiquismo infantil. Manter uma rotina saudável, com horários estabelecidos para os cuidados com o seu bebê, fará com ele internalize um clima afetivo de ternura, paz, segurança satisfação e alegria. Embora nem sempre seja possível manter uma rotina e embora ter flexibilidade também seja importante, é necessário que um mínimo de esforço seja feito para que se cumprir uma rotina saudável para você e o seu bebê. Portanto, não se comprometa com horários ou atividades que você sabe que não poderá cumprir.
Em um primeiro momento, você tem de se adaptar aos horários e necessidades do bebê (livre demanda), mas depois que a sua criança estiver adaptada ao ambiente, você vai estabelecendo os horários, até mesmo para que possa organizar a sua própria vida. O mal de muitos pais é preocupar-se mais em educar, estabelecer horários e regras, do que em compreender o que o seu bebê possa estar sentindo. Cuidado!...

A hora da mamada é sagrada e deve ter um ritual. Fique sozinha com o bebê e procure se acalmar antes de amamentá-lo. Crie uma rotina para que você esteja calma: Pare com as suas preocupações, tome um copo d água, relaxe um pouco. Tire o seu bebê do berço e converse com ele: “Mamãe chegou! Você deve estar com fominha! Vamos mamar o leitinho gostoso da mamãe! Assim você o estará acalmando e lhe dará um “seio bom”.

 A hora do banho costuma assustar o bebê. Experimente enrolá-lo em uma fralda ou toalha antes de colocá-lo na água. Assim que ele estiver molhado e calmo retire a coberta. Isso o fará sentir-se mais seguro. A hora de dormir também deve ter os seus rituais rotineiros. Ex: Saber que no fim do banho ele brincará livremente antes de ser retirado da água, saber que você conversará com ele ao vesti-lo, que depois disso irá mamar e que depois de uma cantiga irá dormir.

Nada de deixá-lo chorar para que se acalme sozinho. Ele terá uma forte sensação de abandono.
Esses rituais e a rotina acalmam a ansiedade da criança e ela vai adquirindo a noção do tempo, a noção do depois e da antecipação dos fatos.  Isso gera segurança e confiança.
Conforme o seu filho vai crescendo, você terá de ir modificando a rotina dele. Deixando de fazer alguns rituais, alterando alguns horários, para que ele possa se desenvolver de acordo com as necessidades da nova etapa de desenvolvimento em que ele se encontra. Já me disseram que filho é igual videogame: Cada etapa que você vence, vem uma mais difícil. Rsrsrs...


Ajuda muito criar rotinas combinadas com a criança. A hora do banho, da TV, da lição de casa, de dormir, de comer, pois para tudo a criança cria uma briga. Tendo os horários discutidos com ela, você poderá dizer-lhe que “Combinados devem ser cumpridos”. Mães falam muito! Fale menos e movimente-se mais. O movimento é sempre a expressão de uma existência. E rotina deve ter movimento.

ALIMENTOS INTEGRAIS NA GESTAÇÃO

Durante a gestação ocorre uma série de alterações metabólicas no organismo materno que pode gerar desconforto e preocupação para a mulher que passa por esse lindo e delicado momento de sua vida. A alimentação balanceada, rica em nutrientes e fibras, exerce importante papel na saúde da mulher e do bebê em formação.

O que são alimentos integrais?

Alimentos integrais são cereais (trigo, arroz, aveia, centeio, cevada, quinua, amaranto, painço e milho) ou alimentos feitos a partir desses grãos utilizados em sua forma íntegra, ou seja, com preservação da casca, também conhecida como farelo, do endosperma, a parte central e mais abundante do grão, além do gérmen.
Os cereais integrais são ricos em vitamina E, vitaminas do complexo B e minerais como o selênio, zinco, cobre, ferro, magnésio e fósforo. Também são ricos em carboidratos complexos e fibras. No farelo há grande concentração de fibras, enquanto no endosperma estão concentrados os carboidratos, importantes para o fornecimento de energia para o organismo. O gérmen possui alta quantidade de minerais, vitaminas e fitoquímicos.
O que diferencia os alimentos refinados dos integrais é que, durante o processo de moagem e refinamento, há perda do farelo e do gérmen, permanecendo apenas o endosperma. Como consequência há grande perda de nutrientes e fibras.

Quais os benefícios dos alimentos integrais para as gestantes?

Uma das grandes queixas da maioria das grávidas é a constipação intestinal. Tem intestino preso quem apresenta dois ou mais dos seguintes sintomas: ritmo intestinal com menos de três evacuações por semana, sensação de dificuldade para evacuar, fezes pequenas e endurecidas e sensação de evacuação incompleta.
Uma das explicações para esses sintomas é que durante a gravidez a progesterona reduz a produção de motilina, uma substância produzida pelas células do intestino que atua na motilidade intestinal. Como consequência, o tempo que o bolo alimentar fica no intestino é aumentado, as fezes perdem água e reduzem de volume, contribuindo para a constipação.
O consumo de alimentos integrais contribui para a redução dos sintomas da constipação devido ao seu alto teor de fibras, que aumenta a quantidade de água do bolo alimentar fazendo com que haja aumento de volume e melhoria da passagem pelo intestino.
Outro grande benefício dos alimentos integrais diz respeito à absorção mais lenta de carboidratos. A gestação é um estado em que a quantidade de insulina, hormônio que atua na entrada da glicose do sangue para a célula, está naturalmente mais alta, caracterizado por uma diminuição da sensibilidade deste hormônio, parcialmente explicada pela presença de hormônios diabetogênicos, tais como a progesterona, o cortisol, a prolactina e o hormônio lactogênico placentário. As taxas de açúcar do sangue, quando em jejum, tendem a ser mais baixas na gestante, contudo, os valores após as refeições são mais altos.
Evidências experimentais têm demonstrado que a ingestão de fibras, presentes nos alimentos integrais, diminui a absorção de glicose, beneficiando diretamente a glicemia após as refeições. Com uma absorção de glicose mais lenta, o organismo dá conta de produzir quantidade necessária de insulina para que o açúcar seja absorvido corretamente.
O controle do ganho de peso também pode sofrer influência positiva dos alimentos integrais. As refeições ricas em fibras estão ligadas ao esvaziamento do estômago mais lento, o que promove saciedade mais prolongada. Além disso, alimentos integrais são mais volumosos e contém menor teor de calorias por grama, quando comparado ao alimento refinado, o que limita a ingestão energética.
O bebê também ganha com consumo de alimentos integrais.
Quando falamos de alimentos integrais, as fibras ganham destaque devido as suas inúmeras funções benéficas para o organismo, mas não podemos nos esquecer que grãos integrais são muito mais do que fibras.

A grande variedade de vitaminas e minerais presentes nos alimentos integrais garante maior aporte de nutrientes para o bebê, permitindo que a gravidez flua na sua integralidade e que o bebê em formação se desenvolva plenamente.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

BRINCADEIRAS QUE ESTIMULAM O DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ DE 7 A 9 MESES

 Com 7 meses

 -Fazer o bebê brincar com uma caixa de papelão grande para que ele possa entrar e sair dela.
- Quando o bebê estiver brincando, pedir para ele dar um brinquedo a alguém.
- Fazer caretas para o bebê imitar.
- Dar dois brinquedos e ensinar o bebê a bater um no outro.
- Durante a refeição, deixar que ele coma alguns alimentos diretamente com a mão.


Com 8 meses:

- Com o bebê deitado, ajudá-lo a movimentar-se para que se sente sozinho.
- Incentivar o bebê a se arrastar e colocar brinquedos longe dele para que tente alcançá-los.
- Dar ao bebê brinquedos que façam barulho, como tambores, chocalhos e guizos.
- Brincar de imitar sons e movimentos.
- Deixar uma caixa de brinquedos bem grande e cheia para que ele escolha o que quiser.

Com 9 meses:

- Deixar o bebê no chão para que se arraste e engatinhe.
- Brincar de bola com ele.
- Estimular o bebê a se levantar (com apoio) para ficar de pé.
- Dar brinquedos com furinhos para que ele os “cutuque” com o dedo indicador.
- Ajudar o bebê a colocar tampas em potinhos.

- Dar ao bebê objetos de texturas diferentes para que ele os toque (espuma, madeira, toalha, metal, borracha etc.).