domingo, 9 de abril de 2017

COMO CUIDAR DE GÊMEOS OU MAIS??

No tempo dos nossos avós era comum que os casais tivessem muitos filhos. Eram doze, dez, oito etc.!  Mas, a vida era bem diferente dos tempos atuais. Não que nossas avós tivessem mais tempo do que nós.
Já pensaram em lavar e passar roupa, preparar as refeições, cuidar da casa e tantas outras atividades de todo este pessoal? Na verdade, os cuidados com uma criança já são uma tarefa bastante grande. Já pensaram para os pais de primeira viagem?
E agora, vão chegar gêmeos ou mais!
Em primeiro lugar, depois de passado o choque, a alegria, prepare-se para se programar.Se um casal cuida de um bebê, considere que para dois serão necessárias quatro pessoas. Isto pode incluir avós, irmãs mais velhas, tias, madrinhas, babás etc. 
A programação deve incluir uma divisão bem clara de atividades e considere como perda de tempo a realização de tarefas não essenciais.Não fique estressada se não conseguir deixar a casa como era antes dos bebês chegarem. Procure descansar sempre que possível não se sentindo culpada por isso.
Programe-se quanto aos gastos, necessidades básicas como fraldas, produtos para os bebês etc.Não considere os gêmeos como pacotes. Cada um tem a sua individualidade e suas próprias necessidades.
Quanto à alimentação, podemos dizer que é possível amamentar os gêmeos, apenas com um pouco mais de imaginação. Por exemplo, dar de mamar na mesma hora vai economizar bastante tempo. Lembre-se, que quanto mais eles mamarem, mais leite você irá produzir. É claro que às vezes você pode ser vencida pelo cansaço de modo que não é nenhum demérito lançar mão de uma fórmula láctea que pode ser ministrada por outra pessoa.
Se você já tem outros filhos, verá que os gêmeos, em todos os locais por onde passarem vão atrair mais a atenção das pessoas, fazendo você perder mais tempo até com a simples tarefa de passear com eles. O cuidado que você deve ter com o irmão mais velho é de ordem psicológica, pois, poderá gerar ciúmes pelo maior tempo que você deverá despender com os bebês.
Quando estiverem maiores, não pense que o trabalho vai diminuir. Quando começarem as papas, quando começarem a andar, quando correrem um para cada canto!
O amor, no entanto, não se divide, ele se soma. Deste modo, a retribuição pelos seus esforços será amplamente recompensada. Pelo menos em dobro. 
Planeje tudo com antecedência, pois muitas vezes os gêmeos chegam antes da hora, o que pode complicar um pouquinho mais as coisas. 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

COMO CORTAR AS UNHAS DO BEBÊ??

As unhas dos bebês, principalmente os recém- nascidos, são molinhas (como se fossem de couro). Elas, entretanto, cortam ou arranham o bebê. Com o passar das semanas elas se tornam mais duras. Pode parecer uma tarefa fácil, mas, exige alguns cuidados para evitar o corte da pele dos dedos.
A primeira regra é que o procedimento seja feito por duas pessoas – uma segura o bebê e outra corta as unhas. O melhor momento é quando o bebê está mamando ou dormindo.
Existem nas lojas especializadas tesouras de ponta redonda ou cortadores retos. O principal é que se preste bastante atenção e se separe bem a unha da ponta do dedo. 
Um jeito bom de segurar a mão do bebê é deixar que ele agarre o dedo polegar da pessoa que está segurando. Quem vai cortar segura um a um o dedo da unha a ser cortada.
Deve-se sempre cortar em linha reta, pois, isto evita o encravamento da unha, principalmente, as dos dedos do pé.
 Alguns bebês já nascem com as unhas encravadas. Mesmo com pequena inflamação dos cantinhos deve-se ter paciência e deixar a unha crescer. Pode-se nestes casos usar uma pomada com Neomicina.
Algumas pessoas costumam tentar retirar as pelinhas com os dentes. Este  não é um bom procedimento.


terça-feira, 4 de abril de 2017

DÚVIDAS COMUNS SOBRE A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

- Porque a alimentação complementar tem que ser introduzida aos 6 meses ?

Porque nessa idade a criança tem suas necessidades nutricionais aumentadas. Ela precisa de outros alimentos complementares e adequados à sua idade, além do leite materno para que não corra o risco de ter a temida anemia e a desaceleração do crescimento. 


- Porque quando se coloca a colher na boca do bebê ele empurra com a língua?

 Na verdade isso é bem normal. É assim que ele mama. Coloca a língua para frente e puxa o leite do peito. Na mamadeira o mecanismo é diferente, mas ele também tem que colocar a língua para frente. Nas primeiras colheradas ele vai fazer isso mesmo. É comum até se atrapalhar um pouco, mas com criança tudo é muito rápido, em poucos dias ela aprende a usar a colher com facilidade. 

- Quando se oferece um alimento que a criança não aceita significa que ela não gosta ou tem algo que faz mal para ela?

Não é porque o bebê não come o alimento na primeira vez que se deve desistir. A criança precisa entrar em contato com aquele alimento – em diferentes preparações, dias, consistências – umas 8 a 10 vezes para se acostumar. Por isso é importante variar, para ele ir acostumando com tudo.

- Quando não é possível preparar a alimentação do bebê, há problemas em se oferecer as papinhas prontas? Quando entrar com a alimentação da família?

Especialmente para bebês, na fase entre 6 a 10 meses, recomenda-se não se introduzir a alimentação dos adultos. A quantidade de sal, óleo refogado, tipo de alimento, quantidade de gordura, entre outros fatores, pode não ser saudável para uma criança que ainda é imatura (rins, intestinos, cérebro amadurecendo). Há recomendações nutricionais específicas para esses bebês que devem ser respeitadas para se reduzir o risco de desenvolvimento de doenças em curto e longo prazo. 
Nesse caso utilizar os alimentos específicos para bebês é melhor opção – realmente eles não têm conservantes, contém produtos naturais, sua composição é adequada para cada idade do bebê. Pode-se pensar em usá-los de forma isolada ou combinada com outros alimentos, na composição de um cardápio saudável. Isso é uma opção, também, quando é necessário levar alimentos para o bebê em passeios, viagens, consultas. É mais seguro do que manter alimentos preparados em casa fora de refrigeração – que podem rapidamente entrar em deterioração.  A alimentação usual da família somente deverá ser oferecida a partir do primeiro ano de idade, desde que contenha pouca quantidade de sal e gordura e seja rica e variada na oferta de legumes e verduras em geral. 

O bebê só quer mamar e não quer comer, o que fazer?

Essa é uma situação comum no começo da alimentação complementar. Há crianças que preferem mamar, mas elas devem ser estimuladas a provar os alimentos complementares. É importante que a família toda esteja segura e tire as dúvidas com o pediatra nessa fase. Cada criança se comporta de uma forma diferente – imprimi a sua personalidade desde muito cedo. É como aprender a andar, precisa de ajuda, cuidado e carinho para que ela entre e ultrapasse essa etapa tão importante. No começo é mais difícil, mas de repente ela deslancha. Aí é só alegria e satisfação. 

Há algum alimento proibido para o bebê?

Todos os alimentos saudáveis estão liberados. Não se deve usar, especialmente nos menores de um ano, sucos artificiais, refrigerantes, café, alimentos com adição de açúcar (sacarose), salgadinhos, alimentos com adição de gordura hidrogenada, entre outros. Não é porque a criança está olhando um pacote colorido que ela quer comer ou beber o que tem dentro. Todos da família devem estar unidos para que ele tenha, nessa fase tão especial, uma alimentação cada vez mais saudável. 

Deve-se continuar amamentando o bebê quando ele já come?


Sem dúvida, a criança que está sendo amamentada deve continuar.  O aleitamento materno deve acontecer até dois anos ou mais. O tempo vai passando e os horários de “comida” e “mamada” vão ficando bem organizados. Ao final do primeiro ano de vida é comum a criança mamar umas 3 a 4 vezes ao dia e nos outros horários comer. Não é verdade que mamar no peito “vicia” e por isso a criança deixa de comer “comida”. É uma transição natural de comum acordo, sempre que possível, entre criança e mãe. Se a criança estiver recebendo mamadeira – fórmula infantil – o volume a ser ingerido, em média durante o dia, deve ser de 500 a 600 mL. Crianças menores de um ano não devem receber leite de vaca integral e não se deve adicionar alimentos que não são próprios ao bebê como açúcares, farinhas, mel, achocolatados, entre outros. Os cereais infantis enriquecidos são uma opção adequada e contribuem para melhorar a oferta de vitaminas e sais minerais.
** Converse sempre com o seu Pediatra. É ele quem mais entende da saúde do seu bebê.

segunda-feira, 20 de março de 2017

ALERGIA AO LEITE OU INTOLERÂNCIA À LACTOSE?? EIS A QUESTÃO!!

A alergia ao leite é uma questão que ronda a vida de mãe, pai, avó... Ao menor sinal de uma reação alérgica em crianças pequenas, a primeira hipótese levantada é essa.
Atualmente, cerca de 35% dos pais acham que seu filho tem alergia alimentar, porém, apenas 6% dos pequenos realmente apresentam-na. Isso acontece por conta da confusão entre intolerância e alergia; quando o alimento em questão é o leite, o engano é mais comum ainda.
Quantas vezes você já ouviu uma amiga ou conhecida dizer que o filho tem alergia ao leite? Muitas, não é mesmo? Mas, para ter um diagnóstico preciso e o melhor tratamento, é imprescindível consultar um médico, preferencialmente, o pediatra da criança.
Como informação nunca é demais, ainda mais na vida de mãe, separamos as principais diferenças entre alergia e intolerância para você entender melhor.

Alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico à presença da proteína do leite no organismo, como se a proteína fosse um agente estranho. 
Essa resposta pode acontecer de diversas maneiras, por meio de febre, urticárias, sintomas nos sistemas respiratório e digestivo, diarreia, entre outras.
Na maioria das vezes, quem possui alergia ao leite provavelmente já nasceu com a doença e, após o diagnóstico médico, precisa excluir o leite de todos os tipos – vaca, cabra, etc. – e seus derivados da dieta.
Mas atenção, mamãe: nunca restrinja a alimentação do seu filho sem orientação médica, isso pode ser mais prejudicial do que você imagina e chegar à desnutrição. Caso você note alguns dos sintomas de alergia, o melhor a fazer é procurar o pediatra do seu filho imediatamente. As reações da alergia ao leite são graves e merecem muito cuidado.

A intolerância à lactose acontece quando há deficiência ou falta da produção da enzima lactase, responsável por digerir a lactose, o açúcar do leite. Com isso, a lactose não é absorvida e fica no intestino, podendo causar dores abdominais, distensão, gases e diarreia – sintoma mais característico da intolerância.
Ela pode surgir em qualquer fase da vida, ou seja, crianças e adultos estão sujeitos a desenvolvê-la.
Diferente da alergia ao leite, a intolerância não é congênita, não traz risco à vida e, em muitos casos, não necessita da exclusão total da lactose da dieta. 
A ingestão de leite e seus derivados com baixo teor de lactose já ajuda, porém, é preciso consultar o médico para saber o nível de intolerância e evitar o desconforto.

Enfim, mamãe, como os sintomas são parecidos, é preciso ficar bem atenta e levar seu filho regularmente ao pediatra.

A Organização Mundial de Saúde recomenda a amamentação exclusiva até os seis meses de idade e o Ministério da Saúde recomenda a continuidade do aleitamento materno até os dois anos de idade, mesmo após a introdução de novos alimentos. 

terça-feira, 14 de março de 2017

O QUE É DIARRÉIA?

Diarréia é definida como o aumento do número de evacuações e redução da consistência das fezes. Se o quadro acontecer de forma brusca, é chamado de diarréia aguda e, na grande maioria das vezes, a causa é infecciosa.
 A sua duração é autolimitada, no máximo 14 dias. O aleitamento materno é o principal fator de proteção para a ocorrência de diarréia entre os lactentes.A criança pode adquirir um vírus, agente etiológico mais comum, ou uma bactéria na água ou algum alimento ingerido, que coloniza o trato gastrintestinal levando a um processo inflamatório com má-absorção de água e eletrólitos. Associado ao quadro pode haver dor abdominal, vômitos, febre, fezes com muco e sangue.
Não há nenhum tratamento específico para diarréia aguda.

Na grande maioria dos casos, orienta-se:

Manter a criança hidratada – oferecer a alimentação que ela está acostumada, sem excessos. 
Oferecer água ou soro de reidratação oral em pequenas quantidades durante o dia e após as evacuações. O soro oferece água e eletrólitos que são perdidos nas evacuações.
Controlar os sintomas como febre, vômitos e dor abdominal, e medicar conforme a orientação do pediatra
Nos casos em que não está ingerindo nada ou a diarréia é muito intensa, pode precisar de hidratação intravenosa.

Hoje em dia com a melhora das condições higiênico sanitárias em geral e a vacinação contra o rotavírus houve uma redução importante da prevalência de diarréia aguda em nosso meio.
A diarréia crônica é caracterizada como aquela que se estende por período superior a 30 dias ou pela frequência de 3 ou mais episódios de curta duração em intervalo de tempo inferior a 2 meses. 
Nessa situação, pode-se observar comprometimento do crescimento da criança e várias causas devem ser investigadas para o adequado tratamento.


sábado, 4 de março de 2017

ÁGUA E SUA IMPORTÂNCIA PARA BEBÊS E CRIANÇAS!

O conteúdo total de água no corpo de um adulto corresponde a 60 - 65 % do peso corpóreo.

Nas crianças possuem cerca de 80% do peso corpóreo constituído de água (nos recém - nascidos, essa porcentagem pode ser ainda maior); e os idosos apresentam de 40 a 50% do peso corpóreo constituído por água.

Normalmente as pessoas bebem pouca água no dia a dia, isso inclui as mamães e futuras mamães.

Como consequência deste mau hábito, as mamães e/ou cuidadores das crianças acabam não oferecendo água suficiente para seus filhos, ignorando a importância da hidratação diária das crianças.

Um bebê que é amamentado não necessita de água, chá ou suco. O leite materno oferece ao bebê até os seis meses de idade quantidades de água suficiente para sua hidratação, já que sua composição é de aproximadamente 88% de água.

Por isso, no período da amamentação, quem precisa de muita água para garantir quantidade de nutrientes suficiente para o leite materno é a mãe. Nos dias mais quentes, o que ocorre é que aumenta a necessidade do bebê mamar mais vezes (e, como consequência, a mãe precisa ingerir uma quantidade a mais de água).

Para as crianças a água exerce um papel importante no crescimento e funcionamento do organismo, melhora as funções dos rins, bexiga e intestinos.

Sempre ofereça água às crianças, pois elas são menos sensíveis a sentir sede durante uma atividade e podem não perceber a necessidade de água requerida pelo organismo.

Caso a criança perca muita água através de transpiração excessiva ou pelo trato gastrointestinal, como febre, diarréia ou vômito, consulte seu pediatra e verifique a necessidade de se aumentar a ingestão de água para garantir a perfeita hidratação do seu filho.

Quantidade de água requerida conforme a faixa etária de acordo com a DRI (Dietary Reference Intakes):

 0 a 6 meses - 700 ml
Incluindo leite materno ou fórmula infantil


 7 a 12 meses -  800 ml
 Incluindo leite materno, fórmula infantil e alimentação complementar


 1 a 3 anos - 1300 ml
 900 ml como sucos, outras bebidas e água


 4 a 8 anos -1700 ml
 1200 ml como bebidas e água


 9 a 13 anos - 2400 ml – meninos 
                       2100 ml - meninas
 (meninos, 1800 ml como bebidas e água) e (meninas, 1600 ml como bebidas e água)


 14 a 18 anos - 3300 ml – meninos 
                         2300 ml - meninas
 (meninos, 2600 ml como bebidas e água) e (meninas, 1800 ml como bebidas e água)










quarta-feira, 1 de março de 2017

QUANDO E COMO INICIAR A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR ??

A partir dos 6 meses, o bebê deve começar a ingerir outros alimentos, introduzidos na dieta dele de forma lenta e gradual, inicialmente sem rigidez. 
Deve-se lembrar que a recusa inicial não significa que ele não goste; geralmente só não está acostumado com a textura, o odor e o sabor. Por isso é importante ter paciência e muito carinho na hora de iniciar a chamada “alimentação complementar”. 
É muito importante oferecer uma alimentação complementar variada desde o início para que o bebê entre em contato com diferentes “sabores” e “texturas”, o que estimula hábitos alimentares saudáveis pelo resto da vida.
De forma sucinta, é possível descrever “Dez Passos” que estimulam uma alimentação saudável para crianças menores de 2 anos, sendo o primeiro ano de vida o mais importante nesse processo.

 Esses passos são:

1. Dar somente leite materno até os 6 meses sem oferecer água, chás nem nenhum outro alimento.

2. A partir dos 6 meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno, se possível, até 2 anos ou mais.

3. A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) por volta de 3 vezes ao dia.        
 a. No 6º mês, oferecer 2 refeições com frutas amassadas e 1 papa de carne com legumes.       
 b. No 7º mês, oferecer 2 refeições de papa de carne com legumes e 1 de frutas.

4. Oferecer a refeição, no início, sem rigidez de horário, respeitando a vontade da criança.

5. A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher. Começar com consistência pastosa (purê) e, gradativamente, aumentar até chegar à consistência da alimentação da família.      
  a. Do 6º ao 9º mês, oferecer alimentos bem cozidos, amassados com garfo, para que se atinja a consistência pastosa.       
  b. A partir do 9º mês, os alimentos ainda devem estar cozidos, mas já podem ser menos amassados e até cortados em pedaços pequenos.      
  c. Com 12 meses de idade (1 ano), a criança já pode receber alimentos de consistência igual à da alimentação da família.

6. Oferecer à criança diferentes alimentos todo dia; uma alimentação variada é uma alimentação colorida. Há crianças que aceitam mais ou menos facilmente alguns alimentos, então continue a oferecê-los mesmo se houver recusa inicial.    
Os alimentos devem ser testados aos poucos, sendo necessário experimentar de 8 a 10 vezes o mesmo prato para que se possa avaliar sua aceitação.

7. Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições. Os hábitos alimentares saudáveis são formados desde muito cedo.

8. Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Sal com moderação.    
  a. O açúcar só deve ser introduzido após 1 ano de idade.    
  b. Para temperar os alimentos, usar cebola, alho, óleo, salsinha e cebolinha.

9. Deve-se cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos e garantir seu armazenamento e sua conservação adequados.

10. Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo a alimentação habitual e seus alimentos preferidos e respeitando sua aceitação.Não esquecer de oferecer água quando a alimentação complementar se iniciar.