quarta-feira, 22 de junho de 2016

ANIMAIS DOMÉSTICOS - SIM OU NÃO?

Durante nossa evolução alguns de nossos predadores e presas na cadeia alimentar se transformaram em utilitários e, ao serem domesticados estabeleceu-se um vínculo de afeto, sendo criado desta maneira o animal de estimação.
Além da questão do companheirismo, atualmente estes animais têm sido utilizados como auxiliares em processos terapêuticos em hospitais e instituições afins. É sabido que a posse responsável de um animal de estimação, desde que em harmonia e consenso familiar, pode ser positiva para a criança como um objeto de afeto. Entre outros fatores, ajuda a desenvolver hábitos de responsabilidade para com o outro, pode tornar-se um instrumento facilitador para informações sobre sexo, ajuda a entender a normalidade das necessidades fisiológicas (urinar e defecar) e acaba sendo um assunto em comum para conversas de pais e filhos, além de preparar a criança a lidar com a morte.
Embora existam várias razões que justifiquem a aquisição de um animal de estimação, não se deve esquecer que se trata de um animal irracional domesticado, podendo levar a riscos de mordedura com sérias lesões e em alguns casos à morte. Além da lesão própria da mordedura ou arranhadura há o risco de infecções graves, pois a boca do animal é altamente contaminada, assim como, doenças transmissíveis por mamíferos como a hidrofobia (raiva).
Pelo fato de cães e gatos serem os animais mais populares, são também os principais agressores, porém a maioria dos animais domésticos podem apresentar riscos de mordedura. Alguns animais “estão na moda”, como iguanas, cobras, macacos e outros nomeados como “exóticos”, cujo comportamento ainda não é de todo conhecido.
Como toda injúria não intencional, a mordedura é passível de prevenção.
Crianças gostam de brincadeiras com cães, que são considerados companheiros e amigos, mas, nessa convivência, é preciso conhecer as regras de segurança.
O quê todos devem saber:
Animais apresentam atitudes agressivas por medo ou defesa (território, dono, cria, alimento), portanto estas situações devem ser respeitadas. Atitudes como não se aproximar de animais desconhecidos, não desafiar ou agredir os animais auxiliam na prevenção de lesões. Outras medidas são importantes, como não tocar em animais sem a permissão do proprietário, além de respeitar e conhecer a natureza.
A mídia tem mostrado com freqüência casos muito graves, inclusive fatais, de ataque por cães da raça Pitbull, mas não se deve desconhecer o risco de agressão por outras raças.
A grande maioria de mordidas em crianças é causada por animais da própria família ou de vizinhos, e as crianças são agredidas mais freqüentemente que os adultos.
Os ataques mais graves geralmente acontecem com crianças pequenas e, nessa situação, é grande o risco de mordida na cabeça, na face e no pescoço. Em crianças maiores, as lesões ocorrem habitualmente nos braços e nas pernas.
Principais medidas de segurança:
• Se houver criança pequena em casa, os pais devem analisar bem antes de adquirir um cão, porque criança pequena nunca pode ficar sozinha perto de cão: é muito perigoso. Observar o momento oportuno e seguro para adquirir um cão.
• Antes de adquirir um cão, informar-se com um veterinário sobre as raças mais adequadas e mais mansas. Cães de raças reconhecidamente agressivas (Pit bull, Rottweiler, Pastor alemão, Doberman, etc.) não são recomendados. Deve-se ter atenção aos cruzamentos porque podem gerar animais perigosos. Para crianças maiores, recomenda-se cão de raça dócil.
• Observar bem o comportamento do cão antes de levá-lo para casa.
• Cão de comportamento agressivo, independentemente da raça, não deve ficar em casa que tenha criança. Cães castrados geralmente são menos agressivos.
• O cão necessita de treinamento, socialização e educação, orientados por pessoa habilitada. Nunca se deve estimular a agressividade do cão e, sim, comportamento submisso.
• As brincadeiras entre crianças e cães devem ser supervisionadas por adultos.
• Não se deve importunar o cão, principalmente durante a alimentação, o sono, se tiver filhote novo ou se estiver com aparência de doente.
• Não se deve puxar as orelhas, as patas e o rabo; nunca colocar o dedo nos olhos do animal; não tomar brinquedo que esteja com o cão.
• Não é recomendado beijar ou ficar com o rosto perto do animal.
• Não tentar separar briga de cães; manter-se distante dos agressivos.
• Manter as vacinas em dia, cuidar da higiene e da saúde do cão.
• Orientar as crianças para não se aproximar ou brincar com animal estranho.
• Deve-se combinar antecipadamente com as crianças que o cão não poderá dormir com elas nem fazer as refeições com a família.
• Cão pequeno e de raça mansa não são garantia de que não morderá alguém.
• As crianças precisam receber orientações sobre as maneiras adequadas para lidar com o animal, como não provocar ou machucar o cão. Se houver provocação ou agressão, mesmo o cão de raça dócil poderá morder.
As responsabilidades do proprietário: ter controle sobre o animal e adestrá-lo corretamente. Não estimular comportamento agressivo (principalmente se for cão). Em caso de animal feroz providenciar placas de alerta com ilustração (nem todos são alfabetizados). Conduzir o animal em locais públicos sempre com guia. Oferecer assistência veterinária periódica. Antes de adquirir um animal consultar veterinários, criadores e proprietários sobre as características e adaptação a rotina familiar. Se o animal apresentar comportamento indesejado consultar um veterinário, nunca abandoná-lo em locais públicos.
São sinais sugestivos de ataque iminente por alguns mamíferos: pêlo eriçado, dentes à mostra e rosnado, orelhas eretas e para frente, cauda elevada e reta e contato visual prolongado.
Saiba mais: Crianças e Adolescentes Seguros. Guia Completo para Prevenção de Acidentes e Violências. Sociedade Brasileira de Pediatria. Coordenadores: Renata D. Waksman, Regina M. C. Gikas e Wilson Maciel. Editora: Publifolha, 2005.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

ACABOU A LICENÇA MATERNIDADE! E AGORA?

Ao terminar a licença maternidade, a mulher vivencia um momento de estresse, pois está preocupada com a manutenção do aleitamento materno, a incerteza de como a criança vai se adaptar à mudança alimentar, e “com quem” ou “onde” deixá-la com segurança quando voltar ao trabalho.
O bebê acredita que ele e sua mãe são um ser único, daí a importância de se colocar a criança em contato com alguém que lhe tenha afeto, para substituir sua mãe que está no trabalho. Para a criança é fundamental estar com alguém que supra suas necessidades básicas de alimentação, higiene, sono e afeto.
Deixar a criança com uma das avós ou parente, com uma babá de confiança ou numa creche são todas boas opções, cabendo à mulher escolher uma delas, pesando os prós e os contras de cada uma, no seu contexto sociocultural. A melhor opção é aquela que a deixe tranquila, levando em conta a qualidade da atenção e a segurança da criança, a fim de que ela cresça saudável e desenvolva todo seu potencial.
O pediatra poderá ajudar nessa escolha, baseado no conhecimento dos antecedentes familiares e pessoais, além da percepção das necessidades específicas de cada criança.

Deixar a criança com o pai, avós ou outro parente de confiança, para a mãe tem a vantagem da sensação de paz, importante para não atrapalhar o aleitamento materno e favorecer a tranquilidade para o trabalho.
Quanto ao bebê e a babá, o maior conflito é a sensação da mãe de que sua criança está muito ligada afetivamente com sua cuidadora. Uma babá poderá ser uma boa escolha, desde que atenda a alguns requisitos. O ideal será que a babá seja saudável, simpática, dinâmica e com escolaridade mínima de ensino médio, experiência com lactentes e conhecimentos básicos de prevenção de acidentes e de primeiros socorros. A exigência da educação formal se deve ao fato de que as pesquisas mostram os piores indicadores de saúde relacionados à baixa escolaridade.
A criança em seu próprio ambiente, com uma babá de confiança, poderá ter menos infecções respiratórias e de pele que aquela que convive em ambiente com muitas pessoas. Por outro lado, perde-se a oportunidade de socialização, muito rica nesta faixa etária.

Escolhendo a creche
Em relação às creches, é importante conhecer várias e observar alguns aspectos, antes de fazer a escolha. Observe os seguintes pontos:
- recursos humanos (cuidadores): quem são, sua formação, experiência, cursos, etc.;

- a infraestrutura física: para identificar se é um ambiente seguro com relação a degraus, escadas, rampas, móveis, pintura dos móveis e brinquedos, parquinho, fraldário, adequação dos banheiros, pias, cozinha, etc.; 

- alimentação: quem cuida? Observar a higiene, os produtos utilizados, os utensílios, onde e quem prepara os alimentos, etc.; 

- há convênio com algum serviço de urgência e emergência? Se não, como resolvem os problemas de acidentes?

- proximidade do trabalho ou de familiares que possam dar suporte, quando necessário.

A principal vantagem em escolher a creche é o incremento do desenvolvimento neuropsicomotor da criança que aprende rápido, convivendo com outras crianças. A linguagem, principalmente, desenvolve bastante nas crianças que convivem com outras.

sábado, 18 de junho de 2016

HIPERATIVIDADE E DEFICIT DE ATENÇÃO DEVEM SER TRATADOS

A hiperatividade não é uma doença. É um sintoma que pode ocorrer nas crianças e adolescentes e está associada a uma série de quadros clínicos distintos. É um comportamento relativamente comum principalmente na idade pré-escolar e pode ter relação com depressão ou ansiedade.
Em geral, quando se fala em “criança hiperativa” associa-se a um transtorno conhecido como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Embora a denominação esteja equivocada, a hiperatividade é um sintoma comum no TDAH, assim como a distração e também a impulsividade. Cerca de 6% das crianças em idade escolar apresentam este sintoma, que provoca dificuldades no processo de aprendizado e também na socialização da criança, tanto na família como na escola. Estes problemas podem se alongar até a vida adulta.
Apesar do grande número de estudos já realizados, as causas precisas do TDAH ainda não são conhecidas. Acredita-se que fatores genéticos e ambientais podem influenciar no desenvolvimento da doença, como por exemplo, desentendimentos familiares ou doença mental na família. Algumas situações relacionadas com a gestação também podem estar associadas ao aparecimento do TDAH.
O diagnóstico de TDAH é clínico, ou seja, não existe nenhum exame complementar para confirmar a doença. É baseado na informação dos pais, dos professores e de todos que convivem com a criança e é necessário que esses sintomas tenham significado e causem repercussão na vida da criança e suas famílias. Quando os pais suspeitarem, devem procurar o pediatra, pois quanto mais cedo o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento.
O tratamento do TDAH envolve diversas modalidades que devem acontecer simultaneamente: modificações comportamentais em casa; modificações no processo de aprendizado, com algumas adaptações quando necessário; e uso de medicamento. Um tratamento bem sucedido deve reduzir os sintomas de hiperatividade, distração e impulsividade, e também melhorar a vida da criança e da família.



LEVEI MEU FILHO NO PRONTO SOCORRO!

 Esta frase é hoje frequente e, em verdade, se transformou na “cultura do pronto-socorro” dos nossos tempos.
Mas levar uma criança doente ao PS não é o melhor a fazer? Isso depende!
Na realidade o PS foi criado para atender as urgências verdadeiras e nisso ele é insubstituível.
Acontece que a longevidade (duração da vida) aumentou muito no Brasil, e estima-se que as crianças de hoje poderão chegar à idade de 100 anos.
Então, com a longevidade assegurada,seria suficiente tratar as doenças levando a criança ao PS?
Acontece que a longevidade está praticamente garantida, mas a qualidade de vida, não.
E, cá entre nós, o que adianta uma vida longa se não tivermos uma vida digna de ser vivida em grande parte desses anos?
Hoje se sabe que uma vida saudável a longo prazo depende muito dos primeiros anos de vida. Você já deve ter ouvido falar nos “primeiros mil dias de vida” que determinam o tipo de saúde que a pessoa vai ter no seu futuro.
Diz-se que a genética determina o destino, mas tudo o que a gente faz pela criança e que é chamado de epigenética pode modificar a genética. E devemos fazer tudo para que essa modificação seja para o melhor.
É aí que entra a Puericultura, quando o pediatra faz a orientação para a saúde da criança e do adulto que ela vai se tornar no futuro.
A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda as consultas de Puericultura, mesmo quando a criança não está doente,
Mensalmente no 1º ano; depois a cada 2 meses no 2º ano; a cada 3 meses no 3º ano;a cada 6 meses dos 3 aos 5 anos;e a partir da idade escolar, pelo menos uma vez por ano, inclusive na adolescência, que termina quando o jovem completa 20 anos.
Nessas consultas o pediatra faz a avaliação da criança e dá uma orientação personalizada, inclusive com alguns exames laboratoriais básicos dessa faixa etária. Nessas consultas são abordados os principais aspectos do desenvolvimento, que são:
estado nutricional, história alimentar, curva de crescimento, desenvolvimento neuropsicomotor, comportamento, estado vacinal, atividades físicas, visão, audição, saúde bucal, sono, desenvolvimento da sexualidade, cuidados domiciliares, condições do meio ambiente e até o desempenho escolar.
Com essa ampla avaliação da criança, serão enfocados o aleitamento materno, a alimentação complementar, a alimentação da família, estímulos para o desenvolvimento, os problemas comportamentais, escolaridade, atividades físicas e esportivas e o preparo para a adolescência.
Se for necessário levar ao PS, lembre-se sempre que esta é só uma consulta de urgência; comunique ao seu pediatra para que ele tome conhecimento e acompanhe o tratamento. Mas esta consulta não vale como uma consulta de puericultura. Siga o esquema indicado. Quando você se acostumar a agendar previamente essas consultas, você vai ver como é fácil e como a criação da criança saudável vai lhe dar a satisfação que você merece. E não exponha seu filho a realização de exames que não acrescentam nada, além, de provocar medo e pânico nos pequenos.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

FRUSTRAÇÕES NA INFÂNCIA. COMO SABER LIDAR?

 A forma como a criança compreende suas emoções é de fundamental importância, não só para ela, mas também para os pais saberem como manejá-las.
Uma criança com sentimentos negativos muito intensos tende a causar desconforto para ela e para a família, e muitas vezes pode resultar em um “mau comportamento”. Essa resposta inadequada a esse sentimento intenso pode gerar uma reação equivocada dos cuidadores e piorar a situação. Entre esses sentimentos estão a frustração e a decepção. Os dois fazem parte do nosso cotidiano, desde as coisas mais simples, como não ter o alimento preferido no almoço, ou não poder ver o desenho animado na hora que deseja, não poder brincar na rua porque está chovendo, etc. Também fazem parte desse repertório as emoções que não pertencem somente ao universo da criança, como ser torcedor de um time de futebol, participar de uma competição ou mesmo desempenhar bem e se destacar nas atividades escolares.
Muitas vezes as coisas não saem como as crianças desejam ou idealizam, e o sentimento mágico de que tudo vai dar certo, e de que basta o desejo dela para que as coisas aconteçam não funciona, causando tristeza, frustração e decepção.
É fundamental que nesse momento os pais possam rapidamente acolher esses sentimentos e dar um modelo de adequação. Não podemos imaginar que a criança simplesmente esqueça o que aconteceu e causou tanto sofrimento, mas precisamos aceitar que ela fique muito triste, raivosa e possa manifestar seu descontentamento. Porém, isto deve ocorrer dentro de uma adaptação social, sem que exista a necessidade de agredir, culpar os outros pelo acontecido, ou ficar imobilizada pelo fato.

Perder faz parte do jogo : papel dos pais
Os pais podem ajudar a criança observando e dando nome ao sentimento: muitas vezes uma criança profundamente triste com algo começa a ter atitudes agressivas, e se os pais conseguem dizer para ela que entendem que ela está triste, mas que “perder faz parte do jogo” e que eles estão lá para acolher essa tristeza, certamente a criança vai se sentir protegida e será capaz de mostrar sua tristeza com adequação. Por outro lado, se as manifestações de agressividade forem, por exemplo, punidas com castigo, não estaremos oferecendo o entendimento e a atenção que a criança precisa.
Os pais precisam deixar a criança segura para sentir e vivenciar suas emoções, auxiliando o controle. O formato como os pais vivenciam as suas decepções é o modelo que a criança utilizará para resolver as suas. Ao longo do desenvolvimento, a criança vivenciará sentimentos conflitantes, frustrações e desejos inatingíveis. A capacidade de lidar com estes sentimentos é muito importante, pois ela fará com que a criança consiga colocar-se no lugar dos outros, e assim entender e reconhecer a existência dos sentimentos das outras pessoas.
Fonte: SBP

ROUPAS NOVAS DEVEM SER SEMPRE LAVADAS ANTES DE USAR

É recomendável que todas as roupas novas sejam lavadas de forma mais rigorosa antes da serem utilizadas pela primeira vez. 
Esta higienização deverá ser com detergente neutro e vários enxagues, o que permite remover ao máximo os produtos químicos presentes no tecido. Roupas pessoais, roupas de banho e cama contêm substâncias tóxicas e algumas delas são irritantes da pele e podem desencadear processos alérgicos em pacientes que têm predisposição ou hipersensibilidade na pele.
 Em alguns casos podem agravar quadros de alergia. Se seu filho apresenta algum quadro alérgico após contato com uma roupa nova, consulte imediatamente o pediatra.
Há várias substâncias tóxicas que podem estar presentes na roupa, como: corantes azoicos nos fios do tecido, metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio, formaldeído e pesticidas nas fibras do algodão. A Associação Brasileira de Indústria Têxtil e Confecção está elaborando um regulamento para controle de 12 substâncias tóxicas que podem estar presentes em roupas.
Independente da fibra, textura ou finalidade da peça, todas as roupas devem ser higienizadas antes de serem usadas. Tecidos com mais estampas e cores são aqueles que potencialmente causam mais danos à saúde. As reações podem ser imediatas, como irritação da pele, vermelhidão e prurido (coceira) no corpo, principalmente áreas de maior transpiração e atrito, dobras de membros superiores e inferiores, ou reações tardias e mais graves com comprometimento de outros sistemas (renal e nervoso).
É aconselhável que a roupa seja lavada em separado por suas características próprias (tecido, cor, textura e finalidade de uso). É importante também centrifugar e secar bem a roupa para evitar umidade entre as tramas, o que favorece o surgimento de fungos e ácaros.
O cuidado com a higienização da roupa nova faz parte das medidas de proteção do bebê e da criança.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

MEU FILHO NÃO COME NADA!

- Doença ou febre: geralmente diminui o apetite e as crianças têm preferência por líquidos na fase da doença/convalescênça.

O apetite voltará ao normal quando houver recuperação da saúde.
- Petiscos entre as refeições: se a criança petiscou muito antes do almoço, não terá muita fome para a refeição principal.
- Bebidas: a capacidade gástrica da criança é menor do que a de um adulto, portanto se houver ingestão de grande volume de líquidos não haverá espaço para a refeição.
Deve-se limitar o consumo de líquidos durante as refeições
.- Constipação intestinal: a criança que não possui o hábito intestinal regular em geral tem dores abdominais, é mais irritada e tem menos apetite.
Deve-se dar atenção especial à qualidade da alimentação e ingestão de líquidos.
O pré-escolar deve comer quantidade adequada de frutas, verduras e legumes ricos em fibras para a formação do bolo fecal.